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Um dos maiores desafios do Hackathon Tecnojovem foi ensinar o que nos propomos a oferecer no tempo que nos foi dado. Embora todos tenham se esforçado, não apresentamos tudo que tínhamos planejado. Para minha surpresa, dois grupos demonstraram interesse em aprender mais e justamente foram atendidos.

Mesmo eu sabendo que a proposta era oferecer uma breve aula de Scratch e App Inventor, eu não havia cogitado que seria para cobrir a demanda de uma iniciativa dos alunos. Surpresa boa e necessária para ratificar a importância do Hackathon para eles e para nos lembrar que nossos papéis de educadores podem virar várias chaves nas cabeças dos alunos e permitir que eles deêm novos passos.

Ademais, a experiência de orientar jovens numa Hackathon é instigante. Foi incrível ver o potencial que todos aqueles jovens têm de aprender, praticar e inovar em tão pouco tempo, e é gratificante poder ajudar a potencializar ainda mais o conhecimento de cada um deles. E ter mais uma experiência de poder trabalhar com esses jovens, ainda mais sendo à pedido deles, traz a sensação que, mesmo em meio a alguns probleminhas de tempo, nosso trabalho valeu a pena pra eles e, principalmente, pra nós.

Por fim, algo que me chamou muita atenção também foi saber mais da vida de alguns deles, saber sobre a realidade deles, todo preconceito e dificuldades que eles passam diariamente, tendo que lidar com isso e amadurecer muito cedo. No entanto, é inspirador ver a forma como eles buscam conhecimento com tanta gana mesmo numa sociedade tão preconceituosa com moradores de comunidade, e toda essa busca é inspirada no desejo de crescer, tanto como pessoa quanto como comunidade, podendo ajudar a tornar a vida do morador de favela melhor, além de mostrar pra quem tá de fora o grande valor que a favela tem.

 

 

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